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sábado, 13 de julho de 2013

Brevemente ser tentante será apenas uma lembrança...


Ao longo desses mais de quatro anos de espera vi tantas mulheres próximas a mim engravidarem que até perdi a conta de quantas foram... Esse ano no entanto, bateu o recorde absoluto! Meus dedos das mãos não conseguem enumerá-las...

Tentando agora mesmo fazer uma lista com os seus respectivos nomes contabilizei 12 delas, mas acredito que existem outras que no momento não estou conseguindo recordar...

Lembram da colega do trabalho que mencionei aqui? Pois bem, ela também está grávida. Louvo ao Senhor que dessa vez eu não fiquei desapontada por ainda não ter engravidado apesar da forte sensação de que todo  mundo está  engravidando a minha volta exceto eu.

Deus tem seus propósitos na vida de cada um e somente ele sabe qual é o momento ideal de me inserir no grupo das mulheres grávidas... por hora me sinto de certa forma privilegiada por fazer parte de um grupo de mulheres guerreiras que sonham o mesmo sonho, o sonho de serem mães! Ser tentante, fez de mim uma pessoa muito mais forte. Creio em Deus que brevemente todas nós (tentantes dessa blogsfera) seremos agraciadas com a dádiva da maternidade e os dias difíceis como tentantes serão apenas uma lembrança... 

terça-feira, 6 de março de 2012

Mais um desabafo...


Desde que decidi engravidar que recebo a notícia que conhecidas, colegas, amigas, primas e cunhadas engravidaram. Nesses últimos três anos já nasceram tantos bebês que eu até já perdi a conta...

No começo, eu ficava muito feliz com a notícia de que de alguém muito próxima a mim estava  prestes a se tornar mãe. Um ano atrás, no entanto, pela primeira vez eu me deparei com um sentimento novo ao receber a notícia de que uma das minhas cunhadas, ainda adolescente, havia se casado grávida. Jamais consegui traduzir esse sentimento em palavras, mas na ocasião me senti péssima a experimentar pela primeira vez esse sentimento.

A bebezinha dela está hoje com um pouco mais de um ano e eu sou muito apaixonada por ela. Mas, de lá para cá tenho convivido com o mesmo sentimento todas as vezes que recebo a notícia de uma gravidez de alguém muito próxima a mim.

Já não me sinto tão péssima ao lidar com esse sentimento, pois estou certa de que não é inveja, ou qualquer outro tipo de sentimento mesquinho. É uma reação natural de quem espera por algo semelhante a tanto tempo. Não é nada fácil vê que todo mundo a sua volta conquista aquilo que você tanto deseja, menos você!

Se alguém achar que é exagero da minha parte a afirmação "do mundo a minha volta..." vasculhe as minhas postagens antigas e certamente irá encontrar a notificação sobre o nascimento de muitos bebês na minha família. Só sobrinhos  foram mencionados quatro (um de cada cunhada): Déborah Leila, Benjamim, Ana Beatriz e Nathália Vitória. E embora não tenha comentado, tem mais dois a caminho: Davi (irmãozinho de Déborah Leila) e Fabiana (segunda filha de um dos meus irmãos).

Sou totalmente apaixonada por cada um deles, inclusive os outros quatro, que nasceram antes do meu desejo de se tornar mãe (Joás Nathan, Marta Virgínia, Moab e Evellyn), mas sinto que só estarei completamente realizada quando somar a tropinha o meu próprio pimpolho!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Um pouco abalada...


Quem  acompanha a minha história desde o comecinho do blog sabe que sempre tive muita confiança de que o meu dia de ser mãe chegaria e sempre encarei numa boa os inúmeros ciclos de tentativas frustradas. Sempre tranquilizava o meu coração dizendo que minha hora de ser mãe estava bem mais próxima do que antes. Mas confesso que nesses últimos meses a chegada da minha menstruação tem abalado um pouco a minha fé.

Já não estou tão confiante quanto antes. Eu ainda creio que o Senhor vai operar um milagre em mim, contudo já não tenho mais aquela expectativa de que talvez seja no novo ciclo que se inicia. A cada novo ciclo tenho uma sensação de que terei que enfrentar muitos outros ciclos frustrados até que enfim a minha bênção se concretize. 

Essa sensação por vezes me entristece profundamente, pois olho ao meu redor e vejo muitas amigas, primas, cunhadas e mesmos desconhecidas engravidando por um simples descuido e enquanto isso tenho que amargar ciclo após ciclo a minha "incapacidade" de procriação"...

sábado, 23 de outubro de 2010

Sentimentos que vem e vão sempre que me deparo com alguém grávida ou com um bebê...


A enxurrada de bebês que mencionei no post passado, não se limitou apenas a minha família, muitas amigas de infância e adolescência também engravidaram e tiveram seus bebês nesse período. Foram tantos os bebês desse grupo que nem me atrevo a contabilizar. Isso sem mencionar as muitas mulheres que frequentam os mesmos lugares que eu (trabalho e igreja), até mesmo ex - alunas e mesmo as desconhecidas que esbarro nas ruas diariamente.
 
O fato é que ao contemplar as suas barriguinhas ou seus barrigões e seus bebês após o nascimento, não tem como não imaginar que de repente eu também poderia está vivenciando o mesmo que cada uma delas está vivenciando... e vez por outra acabo tendo um fiozinho de "inveja " de cada uma delas. No fundo, no fundo eu penso: " Bem que poderia ser eu..."
 
Mas logo me vem a certeza de que o Senhor está reservando o melhor para mim e de que ao seu tempo ele concederá aquilo que tanto deseja o meu coração. É como se sua voz bradasse em meu interior: filha querida eu sei o que é melhor para ti, descansa em mim que eu já determinei o dia e a hora exata em que tu terás em teu ventre o filho que tanto desejas.
 
Então o pensamento  "Bem que poderia ser eu" dar lugar a convicção de que a qualquer momento eu também vivenciarei o que cada uma delas está vivenciando e logo o fiozinho de inveja se dissipa por completo e eu acabo me deliciando com o vislumbramento de barrigas tão lindas e singelas e de bebês tão meigos e fofos!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Serei agraciada com a mesma dádiva!


Tenho vindo aqui com mais frequência do que o de costume, só não sei até quando vou poder me dar esse luxo... 

Vir aqui, ainda que seja para dizer de um jeito novo tudo o que eu já disse até a presente data, me faz um bem enorme. A esperança de me tornar mãe aumenta e se renova a medida que eu escrevo sobre o que eu sinto em relação a esse sonho que se arrasta a um ano e sete meses.

Ver  minhas amigas, cunhadas e primas engravidando e dando a luz aos seus bebês nesse intervalo de tempo despertaram alguns sentimentos  bons e ruins ao mesmo tempo. A cada notícia de que uma delas estava grávida meu coração se enchia de alegria por saber que  mais um bebê viria ao mundo cercado de amor e carinho, mas ao mesmo tempo, bem  lá  no fundo eu  sentia um pouquinho de "inveja" por ainda não ter sido agraciada com a mesma dádiva. 

O Senhor no entanto, sempre se encarregou de acalentar o meu coração e renovar a minha esperança de que algum dia seria eu quem estaria gestando em meu ventre o bebê que tanto desejo. Embora que de lá para cá eu continue gestando este bebê apenas em meus sonhos continuo crendo que o meu milagrinho será concebido a qualquer momento, na data e no horário determinados por Deus!

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Grávidas por todos os lados...


Quando decidimos engravidar parece que multiplicam-se todos os dias o número de mulheres grávidas e com bebês recém nascidos a nossa volta. Estamos sempre nos esbarrando em uma por todos os lugares por onde andamos. Até mesmo muitas conhecidas nossas se descobrem grávidas de uma hora para a outra.

Pelo menos comigo tem sido assim. Desde Fevereiro, quando eu parei com o AC tenho visto e ouvido falar de muitas mulheres que engravidaram e que tiveram bebês. Algumas delas nem mesmo tinham essa pretensão. Foi o que aconteceu com uma prima, uma vizinha e uma amiga nas semanas passadas. Sem que suspeitassem de nada receberam a notícia de que estavam grávidas e tiveram um grande susto porque não contavam com isso. 

Enquanto isso, eu e muitas de vocês que me acompanham, estamos tentando engravidar... Mas quer saber de uma coisa? Estamos em vantagem em relação a muitas delas, pois não seremos surpreendidas com uma gravidez indesejável e poderemos curtir muito os nossos bebês desde o primeiro instante que recebermos a notícia de que os nossos anjinhos já estão implantados em nossos ventres.

Meu esposo é que as vezes fica um pouco chateado quando comento com ele que alguém que não queria engravidar está grávida. Por ele nós já estaríamos com o nosso bebê desde os primeiros meses do ano passado. Até porque nós tínhamos combinado antes mesmo de casar que teríamos o nosso primeiro filho com dois anos de casados. 

Acontece, que eu adiei o quanto pude os nossos planos e agora, que finalmente estou disposta a ser mãe, o bebê ainda não veio. Ele não comenta, mas no fundo ele acha que eu sou responsável por essa demora. O que ele não entende é que ser mãe não é algo que depende de mim e sim da vontade de Deus.
 
Mesmo assim, continuo acreditando que se ainda não estou com o meu bebê em meus braços ou a caminho é porque ainda não foi da vontade de Deus, pois segundo a sua palavras é ele que opera em nós tanto o querer como o efetuar. Quando chegar o momento certo eu conceberei em meu ventre o bebê tão desejado e poderei dividir com todos vocês essa experiência tão grandiosa!

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