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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Estimulação ovariana do 2º ciclo de FIV


Fiz hoje a punção dos óvulos, mas antes de falar sobre a punção quero descrever como foi o período de estimulação ovariana.

A princípio não foi muito diferente do meu primeiro ciclo de Fertilização in vitro (FIV). Apliquei as mesmas medicações pela mesma quantidade de dias. Foram oitos dias de aplicação de gonal, sendo três concomitante com a aplicação de cetrotide, e uma aplicação de ovidrel concomitante com a aplicação de uma última injeção de cetrotide que resultaram em 13 furinhos em minha barriga. Eu mesma apliquei todas elas.

O que diferiu de fato foi a dosagem diária do gonal (apliquei 300 UI ao invés de 225 UI) e a quantidade de ultrassons realizadas ao longo da estimulação (duas ao invés de quatro). A médica conseguiu prevê com antecedência como os meus ovários iriam reagir a medicação e utilizou um protocolo de acompanhamento de estímulo ovariano via ultrassom diferente do 1º ciclo de FIV. Ao invés de realizar ultrassons a cada dois dias de estimulação realizou uma no 5º dia de estimulação e uma outra no 8º dia. A dosagem maior do gonal foi indicada na tentativa de estimular o crescimento de um número maior de óvulos.

Como mencionei em uma publicação anterior eu iniciei a estimulação ovariana nesse ciclo de FIV no dia 03 de janeiro ( 2º dia do meu ciclo menstrual), logo após confirmar via ultrassom e dosagens hormonais que não existiam resquícios algum nos meus ovários e útero do ciclo anterior. 

As 18:00h dos dias 03, 04, 05, 06 e 07 de janeiro apliquei exclusivamente o gonal (300 UI por dia), já  nos dias 08, 09 e 10 apliquei no mesmo horário juntamente com o gonal 0,25 mg de cetrotide e no dia 11 apliquei as 21:30 h a mesma dosagem do cetrotide mais 0,5 mL de ovidrel.

Comecei a sentir um leve desconforto abdominal do 8º dia de estimulação em diante que se intensificava um pouco mais todas as vezes que me sentava ou levantava. Fora esse desconforto,  ocasionado pelo volume bem aumentado do ovários devido o número de óvulos estimulados, a estimulação foi bem tranquila. 

Na próxima publicação eu irei descrever como foi a punção hoje pela manhã.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Minha estimulação ovariana...


Como mencionei, na postagem anterior, iniciei a estimulação ovariana no dia 30 de abril desse ano. Todas as noites eu mesma  aplicava em minha barriga 225 ui de gonal. Foram ao todo oito dias de aplicação dessa medicação. 

Sempre que injetava o líquido em minha barriga me sentia um pouco mal, parecia que estava sendo egoísta demais... estava correndo em busca de um sonho enquanto minha mãe iniciava a sua luta contra o câncer... 

No entanto, bem lá no fundo, sentia que estava fazendo a coisa certa. Desisti do meu tratamento não iria fazer a menor diferença naquela período. Apesar do diagnóstico minha mãe estava muito bem e seu tratamento não iria começar imediatamente. Antes ela precisaria passar por mais alguns exames, fazer uma nova biópsia, ser consultada por alguns oncologistas específicos... para só então, após constatação do estadiamento da doença saber exatamente que tipo de tratamento ela seria submetida.

Apesar do turbilhão de emoções que estava vivendo meus ovários responderam muito bem a medicação e no dia 05 de maio eu comecei a aplicar também uma ampola de cetrotide de 0,25 mg (medicação que bloqueia a produção do LH). Desse dia em diante eu já começava a senti uma pressão no meu baixo ventre. Me sentar e me levantar passou a causar um certo desconforto. Mas, todo o desconforto era suportado com muita satisfação, pois era por uma boa causa.

Foram três noites de aplicação concomitante de gonal e cetrotide. Nas duas primeiras, por receio de não aplicar da forma correta o cetrotide, me dirigir a emergência do hospital que costumo ser atendida. Mas, tive alguns aborrecimentos na segunda noite e na terceira eu mesma fiz a aplicação das duas medicações. 

Toda essa estimulação ovariana foi monitorada por ultrassons transvaginal, a cada dois dias de estimulação. No oitavo dia haviam em meus ovários um bom número de folículos, de tamanho ideal, para fazer a captação/punção dos óvulos. Essa etapa do tratamento finalmente estava chegando ao fim.

Na noite do dia 08 de maio eu mesma apliquei a última ampola de cetrotide juntamente com 250 mg de ovidrel (medicação que promove o amadurecimento final dos óvulos e liberação dos mesmos) e na manhã do dia 10 me dirigir ao hospital combinado para fazer a punção dos óvulos (2ª etapa do tratamento). 

Na minha próxima publicação faço questão de registrar como foi essa segunda etapa do tratamento.

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