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domingo, 6 de abril de 2014

A infertilidade não é a sentença final de uma vida sem filhos...


Quando um casal sonha com um filho e descobre que é infértil seu mundo desmorona. Mal sabe ele que em meio aos escombros resultantes da sua infertilidade é possível encontrar forças para reparar todos os estragos que a incapacidade de gerar naturalmente um filho pode ter causado.

É necessário, entretanto reconstruir novos alicerces sobre os quais será edificado o sonho de maternidade e paternidade abalado por essa descoberta.

Acreditar que de alguma forma esse filho presente em seus sonhos virá para os seus braços é o primeiro passo para trazer a realidade esse sonho de maternidade/paternidade...

Alguns casais, contudo ao receberem o diagnóstico de infertilidade simplesmente desistem do sonho de serem pais. Recusam-se a buscar alternativas que tornem viável a concretização desse sonho  descartando a ajuda de especialistas em fertilidade e fechando as portas dos seus corações inclusive para a possibilidade de uma adoção.

A felicidade de um casal certamente não está condicionada a ter um ou mais filhos. Casais podem ser extremamente felizes e completos mesmo que não tenham um único filho sequer. Mas, se ambos (marido e mulher) desejam muito serem pais e se deparam com a infertilidade eles precisam manter as suas mentes abertas a algumas alternativas que podem dar vida a esse sonho de maternidade/paternidade.

Sei que algumas dessas alternativas talvez não estejam ao alcance de alguns desses casais, e nesses casos, eles precisam exercitar a fé para que o Senhor opere um milagre seja do ponto de vista médico, financeiro ou judicial.

Mas, do meu ponto de vista (talvez esteja até equivocado), é completamente inconcebível que se cruze completamente os braços diante de um diagnóstico de infertilidade quando a ausência de um filho machuca muito o coração... 

Ps: Essa postagem foi escrita já há algum tempo e seria publicada no dia 19 de março, mas devido a motivos que expliquei aqui acabou ficando apenas no rascunho e só hoje decidi torná-la pública.

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