segunda-feira, 14 de outubro de 2013

O que aprendi com a infertilidade...



Redigir esse texto a alguns instantes atrás, ele seria a minha próxima publicação. Então me deparei com a imagem dessa mulher com essa flor e logo imaginei o meu texto sobreposto a essa imagem. Materializei a minha imaginação e o resultado vocês mesmos podem conferir!

sábado, 12 de outubro de 2013

Um novo capítulo da minha novela de infertilidade...


Na quinta feira (dia 10 de outubro de 2013) tive mais uma consulta. Achei que sairia de lá com uma data agendada para a video-histeroscopia cirúrgica. Pois, na consulta anterior a médica havia se comprometido em entrar em contato pessoalmente com o médico da sua confiança para saber da viabilidade dele fazer o meu procedimento no local em que ele atende pelo SUS.

Infelizmente o local em que ele atende no momento não está realizando esse procedimento e não tem previsão de quando voltará a realizar. O equipamento necessário está danificado. Enquanto me atendia ela tentou entrar em contato com outra médica (também da sua confiança) que realiza o mesmo procedimento no SUS. Mas, não conseguiu conversar com a mesma (ela estava realizando uma cirurgia e não pode atender o seu telefonema).

Outra médica da sua equipe então se dispôs a expor o meu caso a essa médica e ver a possibilidade dela realizar o meu procedimento. Até já deixou agendada uma consulta com ela no dia 29 desse mês. Mas, como o procedimento será realizado em uma unidade de atendimento do SUS, possa ser que o equipamento de lá também esteja danificado.

Diante da situação eu a questionei sobre a real necessidade desse procedimento e se o mesmo aumentaria as chances de implantação dos meus próximos embriões transferidos e ela foi bastante honesta. Disse que não podia afirmar que esse procedimento faria alguma diferença, pois talvez não houvesse nenhuma relação entre a minha deformidade uterina e a falha de implantação dos meus primeiros embriões transferidos. O procedimento seria realizado apenas para corrigir essa “deformidade” (embora seja muito insignificante). Ela até admitiu ter visto muitas mulheres, com essa mesma deformidade uterina, engravidarem naturalmente e com FIV (fertilização in Vitro) e terem uma gestação completamente tranquila.

A sua fala me encorajou a sugeri que se não fosse possível realizar esse procedimento até o final do ano, meus embriões fossem então transferidos sem o tal procedimento. E para minha surpresa ela concordou. Pediu que entrasse em contato com a clínica assim que menstruasse para agendar o controle da ovulação. E se tudo estiver dentro dos padrões da normalidade (como sempre esteve) faremos a transferência ainda nesse mês. A menos é claro que a médica da sua confiança sinalizasse que tem como fazer a minha video-histeroscopia cirúrgica pelo SUS.

Como menstruei na noite da mesma quinta feira do atendimento, já agendei a minha primeira ultrassom de controle de ovulação para a próxima sexta feira (18/10/2013). Talvez antes desse mês acabar possa está com os bebezinhos que me restam dentro de mim e com a graça de Deus dessa vez a minha história de infertilidade tenha um desfecho feliz!

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Nascimento do meu sobrinho Lucas...


Luquinhas nasceu ontem, ainda não sei detalhes do seu nascimento. Só sei que foi parto cesária programado com a alegação de que ele estava com o cordão umbilical enrolado no pescoço. Soube que ele e sua mamãe passam bem e vi uma foto sua no facebook de uma das minhas cunhadas. Ele é um fofo! 

Infelizmente mais uma vez a distância me impediu de participar de um momento tão lindo como esse. Nem sei quando poderei vê-lo pela primeira vez... a mesma história vem se repetindo desde que me mudei para Recife. Tive o privilégio de conhecer assim que nasceu apenas os meus dois primeiros sobrinhos os demais conheci apenas depois do primeiro mês de vida com exceção da minha sobrinha Nathália Vitória, que nasceu prematuramente, ela eu conheci com duas semana de vida. Mas estava entre a vida e a morte em uma encubadora e sequer pude tocá-la. Para glória de Deus ela sobreviveu e já está com dois aninhos.

Apesar de não falar muito sobre os meus sobrinhos (meus e do meu marido) no blog sou completamente apaixonada por cada um deles. E sempre que tenho a oportunidade de viajar para minha terra natal me divirto muito com eles. Tanto, que por alguns instantes, a minha infertilidade se torna insignificante. São tantas crianças para eu abraçar, são tantos rostinhos para eu cheirar, tantas barriguinhas para dar mordidinhas, tantas boquinhas para fazer gargalhar... que nem me dou conta de quantas lágrimas tenho derramado por um filho que insistentemente se recusa a vir para os meus braços...

Mas, sei que essa recusa tem um propósito. Na verdade nem é uma recusa propriamente dita. Esse filho ainda não veio para os meus braços porque ainda não chegou o momento certo. Deus está trabalhando para que esse momento aconteça na hora mais perfeita e da maneira mais linda! 

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